segunda-feira, 28 de outubro de 2013

13 incríveis concepções artísticas de exoplanetas



(Hypescience) Quando descobrimos um novo exoplaneta, só podemos imaginar como ele se parece. Mas, felizmente, nossa imaginação tem a ajuda de recursos visuais brilhantes. Artistas incríveis já criaram imagens impressionantes para ilustrar planetas fora do nosso sistema solar. Muitos outros também usaram sua própria imaginação para criar obras de arte inspiradas em mundos distantes.

Confira algumas dessas obras interessantes.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A arbitrária contagem do milésimo planeta



(Mensageiro Sideral - Folha) Astrônomos do mundo inteiro estão comemorando o anúncio da descoberta do milésimo planeta fora do Sistema Solar. Com o anúncio de 11 novos planetas, listados ontem, a contagem subiu de 999 para 1.010.

A honraria coube ao projeto SuperWasp, do Reino Unido, que costuma descobrir planetas de grande porte que fazem trânsitos — passam à frente de suas estrelas.

Mas será que eles estão mesmo comemorando?

Jean Schneider, do Observatório de Paris, é um dos que pensam que tudo não passa de oba-oba. Em mensagem distribuída a colegas da missão Corot (satélite europeu caçador de planetas), ele preveniu contra festejos.

“É importante lembrar que uma contagem exata de exoplanetas não faz sentido por diversas razões”, diz.

E ele lista:

- Não há consenso sobre a definição de um exoplaneta (e todos vimos como foi difícil definir quantos planetas afinal havia no nosso Sistema Solar, em 2006).

- Mesmo que houvesse uma definição adotada universalmente e baseada num critério quantitativo (como a massa), para alguns objetos há enorme incerteza de certos parâmetros, que tornam difícil confirmar que se tratam mesmo de planetas.

- A experiência passada mostra que alguns (poucos) objetos declarados como planetas em artigos científicos aceitos para publicação acabam sendo artefatos ou estrelas de baixa massa.

- Alguns objetos, como certos planetas descobertos pelo satélite Kepler, são declarados “planetas confirmados”, mas não foram publicados em artigos. Não significa que não serão publicados mais adiante, mas isso introduz outra incerteza na contagem.

Resumo da ópera: esse é um caso em que, menos importante do que o número em si, o mais relevante é o fato de termos já uma quantidade estatisticamente significativa de planetas que nos permita avaliar o grau de “singularidade” do Sistema Solar no contexto de nossa vizinhança na Via Láctea.

O Mensageiro Sideral, por exemplo, fez uma reportagem para esta Folha sobre o que os números superlativos revelam quando a contagem beirou os 900. Você pode lê-la aqui.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Astrônomos descobrem sistema com sete exoplanetas

(Terra) Dois estudos independentes identificaram um sistema com sete planetas ao redor de uma estrela, o primeiro do tipo descoberto a partir de dados do telescópio Kepler, da Nasa. O estudo foi divulgado no site arXiv.

Segundo os cientistas das universidades de Oxford (Reino Unido) e Cornell (EUA), o conjunto é similar ao Sistema Solar, com planetas rochosos nas regiões internas, e gasosos mais distantes. Contudo, ele é bem mais compacto - o planeta mais distante fica a uma unidade astronômica (a distância média da Terra ao Sol) de sua estrela, chamada de KIC 11442793.

A proximidade dos corpos do sistema de KIC 11442793 faz com que a interação gravitacional entre eles seja muito maior do que ocorre por aqui. Aqui, os planetas também interferem nas órbitas uns dos outros, mas em um grau menor.

Os "anos" em cada um desses planetas (o tempo que eles levam para terminar a órbita ao redor de sua estrela) variam entre 330 e sete dias. Os dois primeiros corpos são de tamanho similar à Terra. Os três seguintes são maiores, chamados de superterras (com tamanho entre duas e três vezes o do nosso). Os dois últimos são gigantes gasosos, como Júpiter e Saturno.
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Desalinhamento gigante em sistema multiplanetário


(Astronomia On Line - Portugal) A formação de "Júpiteres quentes" é um enigma de longa data no estudo de exoplanetas, gigantes gasosos que orbitam muito perto da sua estrela hospedeira. Para explicar os seus períodos orbitais curtos, a teoria sugere que os Júpiteres quentes se formam em longas órbitas e depois migram através do disco protoplanetário, o anel plano de poeira e detritos que circunda uma estrela recém-formada e coalesce para formar os planetas.

Esta teoria foi questionada quando se descobriu que os planos orbitais dos Júpiteres quentes estão frequentemente desalinhados com o equador das suas estrelas-mãe. Os cientistas interpretaram isto como evidência de que os Júpiteres quentes são o resultado de encontros caóticos com outros planetas.

Um teste decisivo entre as duas teorias são sistemas com mais do que um planeta: se os desalinhamentos são realmente provocados por perturbações dinâmicas que levam à criação de Júpiteres quentes, então os sistemas multi-planeta sem Júpiteres quentes devem estar preferencialmente alinhados. O que um novo estudo revela é bastante diferente.

Usando dados do Telescópio Espacial Kepler da NASA, uma equipa internacional de cientistas liderada por Daniel Huber, pós-doutorado no Centro de Pesquisa Ames da NASA em Moffett Field, no estado americano da Califórnia, estudou Kepler-56, uma estrela gigante vermelha quatro vezes maior que o Sol localizada a uma distância de cerca de 3000 anos-luz da Terra. Ao analisar as variações no brilho em diferentes pontos da superfície de Kepler-56, Huber e colaboradores descobriram que o eixo de rotação da estrela está inclinado aproximadamente 45 graus em relação à nossa linha de visão.

"Isto foi uma surpresa porque já sabíamos da existência de dois planetas que transitavam Kepler-56. Isto sugere que a estrela hospedeira deve estar desalinhada com as órbitas de ambos os planetas," explica Huber. "O que descobrimos é literalmente um desalinhamento gigante num sistema exoplanetário."

Suspeita-se que o culpado do desalinhamento seja um terceiro companheiro massivo numa órbita com um longo período, revelado por observações obtidas com o Telescópio Keck em Mauna Kea, Hawaii.

"Os cálculos de computador mostram que o companheiro exterior pode ter inclinado os planos orbitais dos planetas em trânsito, deixando-os coplanares, mas desalinhando-os periodicamente com o equador da estrela," afirma Daniel Fabrycky, co-autor e professor de astronomia da Universidade de Chicago.

Quase 20 anos após a descoberta do primeiro Júpiter quente, o grande desalinhamento no sistema Kepler-56 marca um importante passo no sentido de uma explicação unificada para a formação de Júpiteres quentes.

"Sabemos agora que os desalinhamentos não se limitam apenas aos sistemas com Júpiteres quentes," afirma Huber. "Outras observações vão revelar se o mecanismo de inclinação em Kepler-56 pode também ser responsável por distorções observadas nos sistemas com Júpiteres quentes."

Os resultados foram publicados na edição de 18 de Outubro da revista Science.
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E mais:
Um sistema planetário muito louco (Mensageiro Sideral - Folha)

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

'Exoplanetas' ultrapassam a marca de 1 mil

(France Presse/O Estado de Minas) A busca do homem por planetas extraterrestres e pela possibilidade de haver vida fora da Terra atingiu ontem, 22, um marco simbólico, porém histórico. O número de planetas descobertos fora do sistema solar ultrapassou a marca de 1 mil, chegando a 1.010 na Enciclopédia de Planetas Extrassolares, um dos principais catálogos digitais da área.

A lista é atualizada quase que diariamente pelo pesquisador Jean Schneider, do Observatório de Paris, na medida em que novas descobertas são anunciadas - algo que se tornou rotina nos 21 anos desde a detecção dos primeiros exoplanetas (como também são chamados), em 1992.

A marca foi ultrapassada com o anúncio da descoberta de 11 planetas pelo projeto Wasp, na Europa. Outros catálogos, como o Arquivo de Exoplanetas da Nasa, ainda não chegaram a 1 mil, mas estão todos próximos dessa marca (acima de 900).

As variações devem-se a diferentes critérios para inclusão de novos planetas nas listas.

Seja como for, essa amostra de 1 mil e tantos planetas já permite aos pesquisadores fazer uma série de análises e extrapolações sobre a diversidade e abundância de planetas existentes fora do sistema solar. E, consequentemente, fazer inferências sobre a possibilidade de haver vida fora da Terra.

“Hoje temos uma ideia bem melhor de como são os sistemas planetários por aí”, diz Eduardo Janot Pacheco, do Instituto de Astronomia (IAG) da Universidade de São Paulo.

As listas incluem planetas de vários tipos, desde gigantes gasosos, maiores do que Júpiter, até pequenas esferas rochosas, do tamanho de Mercúrio. “O grande objetivo é encontrar um gêmeo da Terra”, diz Jorge Melendez, também do IAG. Por gêmeo, entenda-se um planeta pequeno, rochoso e com condições para abrigar vida - localizado na chamada “zona habitável” de sua estrela, com capacidade para ter água líquida na superfície.

Isso ainda não foi achado, mas parece uma questão de tempo. Segundo Gustavo Mello, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, estima-se que 10% das estrelas tenham planetas rochosos na zona habitável.
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E mais:
Métodos de Detecção de Planetas Extrasolares (AstroPT)

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

A caminho dos mil exoplanetas


(Astronomia On Line - Portugal) Um marco silencioso da astronomia moderna pode ser ultrapassado em breve. O site "Extrasolar Planets Encyclopedia" contém actualmente um total de 998 planetas extrasolares em 759 sistemas planetários. E, apesar de várias fontes diferirem ligeiramente, muito em breve devemos estar vivendo numa era onde são conhecidos mais de mil exoplanetas.

A história da descoberta exoplanetária é paralela à era moderna da astronomia. É estranho pensar que uma geração já cresceu ao longo das últimas duas décadas num mundo onde o conhecimento de planetas extrasolares é um dado adquirido. Na década de 1970, os astrónomos colocavam as probabilidades de detectar planetas para lá do nosso Sistema Solar, durante o nosso tempo de vida, em torno dos 50%.

Claro, antes da primeira e verdadeira descoberta houveram muitos falsos positivos. 70 Ophiuchi foi o local de muitas alegações, começando com a de W. S. Jacob do Observatório Madras por volta de 1855. O grande movimento próprio exibido pela Estrela de Barnard a seis anos-luz de distância também foi altamente escrutinado ao longo do século XX por afirmações de uma companheira invisível que provocava a sua oscilação. Ironicamente, a Estrela de Barnard ainda não conseguiu entrar no panteão de estrelas que ostentam mundos planetários.

Mas a primeira afirmação verificada de um sistema exoplanetário surgiu de uma fonte bizarra e inesperada: um pulsar conhecido como PSR B1257+12, que se descobriu conter dois mundos em 1992. Seguiu-se a primeira descoberta de um mundo em órbita de uma estrela de sequência principal, 51 Pegasi em 1994.

A maioria dos métodos e técnicas usadas para descobrir exoplanetas depende ou da velocidade radial ou da queda de brilho de uma estrela quando um planeta transita. Ambos têm a sua utilidade e desvantagens. A velocidade radial procura mudanças no espectro estelar à medida que um companheiro invisível o reboca em torno de um centro de massa comum. Embora eficaz, só consegue colocar um limite inferior na massa do planeta e é aplicável a mundos em pequenas órbitas. Esta é uma das razões porque os "Júpiteres quentes" dominaram o início do catálogo exoplanetário: não os procuramos há assim tanto tempo.

O outro método, tornado famoso por estudos como o do Telescópio Espacial Kepler, é o método de detecção por trânsito. Isto permite uma estimativa muito mais refinada da massa e órbita de um planeta, assumindo em primeiro lugar que transita o disco da sua estrela-mãe a partir do ponto de vista da Terra, o que a maioria não faz.

A detecção directa via ocultação da estrela hospedeira está também a surgir. Um dos primeiros exoplanetas observados directamente foi Fomalhaut b, que pôde ser visto a mudar de posição na sua órbita entre 2004 e 2006.

As microlentes gravitacionais também já deram frutos planetários, com estudos como o MOA (Microlensing Observations in Astrophysics) e o OGLE (Optical Gravitational Lensing Experiment) capturando breves eventos à medida que um corpo invisível passa em frente de uma estrela de fundo. Os distantes planetas ou planetas nómadas (livres de estrelas hospedeiras) só podem ser detectados através desta técnica.

Existem técnicas mais exóticas, como irradiação relativista. Outros métodos incluem a procura por variações minúsculas à medida que um planeta iluminado orbita a sua estrela-mãe, deformidades provocadas por variações elipsoidais à medida que planetas gigantes orbitam uma estrela, e detecções infravermelhas de discos circumestelares. Ficamos sempre espantados com a riqueza de dados que conseguem ser extraídos a partir de alguns ténues fotões de luz.

Conhece-se actualmente uma incrível variedade de mundos, muitos dos quais desafiam a imaginação dos escritores de ficção científica. Quer um mundo feito de diamantes, ou um onde chove vidro? Existe um "exoplaneta para isso".

As notícias de descobertas exoplanetárias passaram de incríveis a rotineiras, com mundos tipo-Tatooine (da saga "Guerra das Estrelas") em órbita de estrelas duplas e sistemas com mundos em ressonâncias bizarras anunciadas com maior frequência.

As pesquisas exoplanetárias têm também capacidade para determinar aquele factor "fp" na famosa equação de Drake, que nos pergunta: "qual é a fracção de estrelas com planetas". Há muito que se suspeita que as estrelas com planetas são a regra e não a excepção, e nós estamos apenas começando a ter dados concretos para apoiar essa afirmação.

Missões como o Kepler da NASA ou o CoRoT da CNES/ESA incharam as fileiras de mundos extrasolares. O Kepler terminou recentemente a sua carreira olhando na direcção das constelações de Cisne, Hércules e Lira, e ainda tem mais de 3200 detecções que aguardam confirmação.

Mas será que um dado mundo é tipo-Terra, ou apenas do tamanho da Terra? Este é o Santo Graal da detecção moderna de exoplanetas: um mundo com o tamanho da Terra que orbita na zona habitável de uma estrela. Há que exercer cautela de cada vez que o "último gémeo da Terra" avança para as manchetes. A ciência exoplanetária definitivamente amadureceu, permitindo-nos, finalmente, começar a caracterização de sistemas solares e dando-nos algumas dicas sobre a formação do nosso próprio Sistema Solar.

Mas talvez o legado mais duradouro seja o que a descoberta exoplanetária nos diz sobre nós mesmos. Quão comum (ou rara) é a Terra? Quão típica é a história do nosso Sistema Solar? Se os primeiros "1000" são qualquer indicação, nós suspeitamos fortemente que os planetas terrestres vêm em suficientes variedades distintas ou "sabores" capazes fazer inveja a qualquer fabricante de gelados.

E o futuro da ciência exoplanetária parece, de facto, promissor. Uma missão proposta, conhecida como FINESSE (Fast INfrared Exoplanet Spectroscopy Survey Explorer), teria como alvo as atmosferas de planetas extrasolares, caso vá em frente com o lançamento previsto para 2017. Outra proposta, conhecida como WFIRST (Wide Field Infrared Survey Telescope), procuraria eventos de microlentes a partir de 2023. Uma missão que os cientistas gostariam de ter ao dispor, e que parece ser sempre arquivada, é a conhecida "Terrestrial Planet Finder".

Mas a missão de caça por planetas extrasolares que está mais próxima de lançamento é a TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite). Ao contrário do Kepler, que observa uma única zona do céu, o TESS fará um levantamento de todo o céu observando meio milhão de estrelas.

Também estamos agora aproximando-nos de uma época em que a espectroscopia pode permitir-nos detectar exoluas e a química que ocorre nestes mundos distantes. Um exemplo de uma excitante descoberta seria a detecção de um químico como a clorofila, que se sabe que na Terra apenas existe como resultado da vida. Mas o que seria esta descoberta tentadora, senão um pontinho num gráfico, quando o que nós, humanos, queríamos realmente ver era a vista destas longínquas distantes e alienígenas florestas!

Esta é a emocionante era em que vivemos. Parabéns, Humanidade, na detecção de 1000 exoplanetas... que descubram muitos mais!

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Água encontrada em asteroide indica existência de exoplanetas habitáveis

Cientistas afirmam que essa é a primeira "evidência confiável" de material planetário rochoso contendo água fora do nosso Sistema Solar


(Terra)  Astrônomos anunciaram a descoberta da primeira evidência de água em um corpo celeste rochoso vindo de fora do Sistema Solar. Através dos destroços de um asteroide que orbitava uma estrela exaurida – ou anã branca –, os cientistas determinaram que a estrela GD 61 e seu sistema planetário, localizado a aproximadamente 150 anos-luz do nosso planeta e em seus últimos momentos de vida, têm o potencial de abrigar exoplanetas semelhantes à Terra. Essa é a primeira vez que tanto água quanto uma superfície rochosa – dois aspectos considerados fundamentais para a existência de planetas habitáveis e, portanto, vida – foram encontrados juntos além do nosso sistema solar.

A Terra é essencialmente um planeta "seco", com apenas 0.02% de sua massa contendo água de superfície, o que significa que oceanos surgiram depois que o planeta tinha se formado: provavelmente quando asteroides cheios de água vindos do Sistema Solar colidiram contra o nosso planeta. Pesquisadores das universidades de Cambridge e Warwick que publicaram o estudo na revista Science acreditam que o mesmo "sistema de entrega" de água possa ter ocorrido no distante sistema solar dessa estrela.

Evidências obtidas com base em análises do telescópio espacial Hubble e do observatório astronômico Keck, no Havaí, sugerem que esse sistema continha um tipo similar de asteroide rico em água – o mesmo que teria trazido o elemento pela primeira vez à Terra. O corpo celeste analisado é composto por 26% de água em sua massa, quantidade bastante parecida à de Ceres, outrora considerado o maior asteroide do Sistema Solar e hoje um planeta anão. Ambos têm muita mais água em sua composição do que a Terra.
"A descoberta de água em um grande asteroide significa que a 'pedra fundamental' de planetas habitáveis existiu – e talvez ainda exista – no sistema da GD 61, e provavelmente também ao redor de um número significativo de estrelas similares", afirmou Jay Farihi, do Instituto de Astronomia de Cambridge, um dos autores da pesquisa.

Os astrônomos descrevem a descoberta como "um olhar para o nosso futuro" já que, daqui a seis bilhões de anos, talvez, astrônomos de outros planetas estudando os destroços ao redor do Sol – então extinto, sem hidrogênio – poderão chegar à mesma conclusão: que os planetas terrestres uma vez orbitaram a nossa estrela-mãe.
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